quarta-feira, 26 de maio de 2010

Amor de muito


Antes ele não sabia, às vezes duvidava do que achava que era certeza, mas hoje tem plena certeza de que o que é não irá mudar.
Mas será que mesmo assim não se tornará um invasor? Um introdutor de incertezas? Tem a intenção de não machucar, mas o simples agir se torna sem querer uma ameaça as tuas sensibilidades. Foi sem querer...
Palavras interpretadas de segundas formas são armas... Pool...
Atingiu em cheio, aquela a quem tanto amparas, a quem tanto quer poupar das dificuldades dos caminhos do mundo. A quem só quer proteger.
Se o medo me toma as rédeas, o que será de mim o próprio amor?
Só queria que compreendesse que sou um amor diferente de tantos outros, aquele que teve outro amor, mas não soube amar a si próprio no momento certo. O mesmo que tirou e atirou as pedras do caminho, que se afogou na chuva do choro, que perdeu o controle e desafiou a escuridão da noite.
Infinitos amores estão por ai, de diferentes formas, gostos, cores e sabores, onde também estava eu em meio a tantos, mas sem algum e sem querer.
E quando menos se espera surge um novo amor, não mais um e só, e sim o novo e único amor.
E que essências traz esse novo amor para meu caminho? O indispensável e fundamental viver. Me rege com toda sabedoria, paciência e limpidez como o tempo que ensina o por que da razão sem deixar de lado o coração.
Enalteço amor por me amar assim. E que assim seja até não ter fim.
Discursos não são meu forte, para mim um amor que se confunde com as próprias e tão poucas palavras, desculpe a controvérsia.
Este amor que vos fala é leve.
Simples.
Brando... Mas nunca breve.

1 comentários:

  1. obrigada por seguir meu blog, li o seu e tb gostei bastante..

    abraços! :)

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