No tempo, no vento, no escuro, no baixo, no alto, na galeria...
No dia, na noite, no asfalto... Na tarde, que arde...
Os olhos, a face, disfarce, o alface...
Os meus?
Os teus?
Os teus?
De quem você fala afinal?
Arranque logo esta bendita gota de suor lacrimal evaporada que se excreta...
Excreta? Discreta por sinal... Pois o mal se elimina... Com anfetamina?
Cadê o poeta? Aquele louco varrido, que soltou palavras sem nexo e deixou em anexo a falta do entender...
Dele eu não sei...
Pois poetas são estranhamente sensíveis e loucos, longe de se perceber...
Apenas explícito com peças de íntimas de [senti] [mental] idades...

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